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Cartilha Destaca A Nova Organização Do Cooperativismo Brasileiro

Cartilha destaca a nova organização do cooperativismo brasileiro

No cooperativismo, o trabalho sempre é feito a muitas mãos. Juntos, olhamos para tudo o que aprendemos até aqui e para o futuro que queremos construir. E chegou a vez de olharmos para o futuro dos ramos do cooperativismo. De 13, passamos para sete. Alguns ramos se uniram, outros foram ressignificados. Agora, somos:

  • Agropecuário
  • Consumo
  • Crédito
  • Infraestrutura
  • Saúde
  • Trabalho, Produção de bens e serviços
  • Transporte.

Tornar mais efetiva a comunicação com a base e ampliar o alcance das ações de representação dos interesses do cooperativismo brasileiro, no âmbito do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Essas são as razões da reorganização do número de ramos do movimento cooperativista nacional, aprovada pela Assembleia Geral Ordinária da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Com a aprovação da nova classificação, as quase 7 mil cooperativas brasileiras passam a integrar sete e não mais 13 ramos.

De acordo com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, nada muda na rotina das cooperativas e a mudança se faz necessária para promover o fortalecimento e dar maior representatividade para alguns segmentos de cooperativas. “As cooperativas não terão nenhum ônus com essa reclassificação. A rotina delas segue normalmente. Não se presta, portanto, para definir o tratamento tributário, o enquadramento sindical ou mesmo a legislação aplicável a cada ramo. Todos esses pontos seguem sendo analisados a partir do objeto social e dos atos praticados pela cooperativa com seus cooperados”, esclarece Freitas.

Para o dirigente, a classificação das cooperativas brasileiras em ramos é necessária para que a OCB se organize internamente e, assim, otimize os esforços de suas equipes, com vista ao máximo aproveitamento das ações de representação dos interesses dos cooperados junto aos Três Poderes. “Vale dizer que a Lei nº 5.764/1971 não faz essa classificação, mas a OCB, seguindo a tendência mundial de segmentar para melhor representar e visando dar cumprimento às suas competências legais, deliberou fazer o mesmo”, explica Freitas.

“O que queremos é conversar melhor com a nossa base, debatendo com elas as suas necessidades, agrupando-as conforme suas afinidades e, por fim, construindo um ambiente cada vez mais sólido para que se desenvolvam com sustentabilidade”, ressalta o presidente da OCB.

Fonte: Ocergs Sescoop/RS